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CIDADE SATÉLITE - NUNESLÂNDIA
CONJUNTO SATÉLITE, PRAÇA DO COQUEIRO E OS TRÊS CAMINHOS.

APRESENTAÇÃO

Este estudo reúne a história urbana do Conjunto Residencial Nuneslândia, consagrado pelo uso popular como Conjunto Satélite, sua relação com a antiga Praça do Coqueiro e a importância dos três eixos que estruturaram essa parte da expansão de Belém: a Avenida Augusto Montenegro, a Rodovia do Coqueiro atual Rodovia Mário Covas e o eixo do Tapanã.

A pesquisa distingue três níveis de evidência. O primeiro é documental: trabalhos acadêmicos, registros do IPASEP, cartografia e fontes administrativas. O segundo é material: a implantação do conjunto, o traçado das vias e a permanência dos três pilares. O terceiro é memorial: a lembrança pessoal do autor, indispensável para localizar acontecimentos ainda não identificados em processos oficiais.

Síntese comprovada.

O conjunto foi implantado pelo Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Pará IPASEP entre 1970 e 1984. O estudo específico da UFPA registra 1.704 unidades, cerca de 755 hectares, quatro etapas e quatro projetos residenciais.

O nome Nuneslândia homenageava Alacid da Silva Nunes; a expressão Cidade Satélite aparecia na propaganda institucional.

Memória do autor. Américo Sena mudou-se com sua família para o Conjunto Satélite em 1974. Em 1976, aos 13 anos de idade, esteve presente na inauguração da Praça do Coqueiro, acompanhado de seu pai, Antônio Américo.

Esse testemunho pessoal orienta a busca documental e é apresentado como memória vivida do autor.

Limites da pesquisa. Ainda não foi localizada ficha oficial que informe o título, a autoria, a data exata ou o memorial descritivo do monumento dos três pilares. Também não se encontrou, nas fontes consultadas, documento que identifique todas as autoridades presentes à inauguração. A lembrança da cerimônia permanece registrada como testemunho pessoal, sem suprir a necessidade de confirmação nos arquivos públicos.

“Nuneslândia no papel, Satélite na boca, três pilares na porta e três caminhos ligando o conjunto à metrópole.”

1. NUNESLÂNDIA: UMA CIDADE SATÉLITE PARA O SERVIDOR

O empreendimento surgiu na fase em que o Estado brasileiro estimulava grandes conjuntos habitacionais afastados das áreas centrais. Em Belém, a expansão ultrapassava a Primeira Légua Patrimonial e acompanhava vetores rodoviários. Terras mais baratas, grandes glebas e a atuação de órgãos públicos tornaram a região da Augusto Montenegro um laboratório da urbanização periférica das décadas de 1970 e 1980.

Diferentemente das cidades-satélites do Distrito Federal, concebidas em torno de uma nova capital, Nuneslândia destinava-se principalmente ao funcionalismo estadual. O promotor era o IPASEP, instituto previdenciário do Estado. O conjunto pretendia reunir moradia, circulação interna, áreas comuns e equipamentos suficientes para reduzir a dependência cotidiana do centro de Belém.

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PROJETO CIDADE SATÉLITE - 1.958 CASAS POPULARES em Nuneslândia CIDADE SATÉLITE/IPASEP - INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ/Folder de divulgação do Conjunto Nuneslândia Cidade Satélite. Fonte: IPASEP, s.d.

O folder não era apenas publicidade imobiliária. Ele comunicava uma política de Estado: linhas retas, volumes austeros, separação de fluxos e a promessa de uma comunidade moderna. A pesquisa acadêmica interpreta os desenhos como parte de uma narrativa visual governamental associada ao modernismo.

2. O PROJETO URBANÍSTICO E A REALIDADE CONSTRUÍDA

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O conjunto habitacional teve, nos primeiros estágios de implementação, serviços que incluíram uma delegacia de polícia, uma escola e campos de futebol. No início da década de 1980, a delegacia de polícia foi "atualizada" para abrigar um centro de detenção.

O plano previa extensos espaços livres e percursos exclusivos para pedestres e ciclistas, separados das vias de veículos. A habitação básica possuía cerca de 36 m² e admitia ampliações. Nos estágios iniciais foram implantados escola, delegacia e campos de futebol. Parte dos equipamentos projetados não saiu do papel; caminhos de pedestres foram incorporados ao tráfego e áreas coletivas sofreram apropriações privadas.

A distância do centro, a escassez inicial de comércio e o transporte insuficiente transformaram a "cidade" prometida em um conjunto dependente da rodovia. Com o adensamento da região metropolitana, a cidade finalmente alcançou o Satélite: chegaram serviços, comércio, novas moradias e maior integração viária, mas também congestionamento, valorização imobiliária e pressões sobre os espaços públicos.

Nota quantitativa. O artigo específico da UFPA informa 1.704 unidades. Um quadro compilatório de outra pesquisa informa 1.709. A diferença de cinco unidades recomenda consulta às matrículas e relatórios originais do IPASEP; por isso, este trabalho adota 1.704 como referência principal e registra a divergência.

3. A IMAGEM DE MODERNIDADE1835473.jpg

Entre as intenções de projeto observa-se a separação clara dos pedestres do tráfego de veículos, como aparece na planta de parcelamento do conjunto e em duas perspectivas que visam mostrar como a vida social funcionaria no esquema. A unidade habitacional básica construída possuía 36 metros quadrados e, de acordo com os arquitetos entrevistados do IPASEP, havia agregações já previstas possíveis de ser executadas.

Compreende-se o desenho como uma linguagem de representação gráfica que está a serviço de uma concepção de um ideário estético de estado, de sociedade, de mundo. Edith Derdyk (2007, p. 18), em seu livro Disegno.Desenho.Designo, refere-se aos conteúdos da palavra "desenho", que Artigas assinala em seu célebre ensaio, para destacar as relações entre arte, ciência e técnica que a linguagem do desenho comporta, "agenciando suas atuações no mundo (...), afirmando a vocação intersemiótica que o desenho transporta em suas linhas de fuga". Sob essa perspectiva o desenho conforma-se como uma produção cultural que reflete percepções e conceitos de um ideário de mundo, ganhando, assim, uma dimensão estético-política, a qual procura ser traduzida/representada em suas linhas, figuras e formas. O desenho acaba por assim representar a identidade visual de uma determinada concepção projetiva que, por sua vez, atende a uma concepção de mundo, cuja imagem pretende ser (re)produzida, como o caso das perspectivas do projeto arquitetônico e urbanístico em pauta neste artigo.

Os desenhos confirmam a influência do Movimento Moderno. Influência estética, autoria e vínculo profissional são questões diferentes. Até que apareça projeto assinado, a autoria dos três pilares deve permanecer indicada como não identificada.

4. PRAÇA DO COQUEIRO E O MONUMENTO DOS TRÊS PILARES

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A Praça do Coqueiro funciona como porta simbólica do conjunto. O monumento compõe-se de três lâminas ou pilares retangulares de concreto, com alturas distintas. Sua permanência atravessa a urbanização do Coqueiro, o crescimento do Conjunto Satélite e as intervenções do corredor BRT.

O significado oficial dos três elementos ainda não foi localizado em memorial técnico, placa original ou ato administrativo. Por isso, este estudo não lhes atribui representação étnica, social ou política. A leitura adotada limita-se à sua presença material como marco visual da Praça do Coqueiro e à relação urbanística do lugar com os três caminhos que ali convergem.

A preservação física durante as obras recentes demonstra reconhecimento prático de seu valor como marco visual. Não equivale, porém, a tombamento ou inventário formal. Recomenda-se identificação patrimonial com placa provisória que diferencie dados comprovados de memória comunitária.

5. OS TRÊS CAMINHOS: ONTEM E HOJE

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Avenida Augusto Montenegro: Seu traçado acompanha o antigo Ramal do Pinheiro, inaugurado em 1906 e desativado na década de 1960. A conversão rodoviária começou em 1975 e a duplicação foi concluída em 1978. Tornou-se eixo dos conjuntos habitacionais. Corredor urbano de cerca de 15 km, articulando bairros da expansão, Icoaraci, comércio, serviços e transporte coletivo. Recebeu requalificação e infraestrutura do BRT.

Rodovia do Coqueiro: A atual Rodovia Mário Covas. O antigo caminho do Coqueiro estruturou o acesso lateral ao território do conjunto e sua relação com Ananindeua. O nome tradicional permanece na memória dos moradores. Como Rodovia Mário Covas, é ligação estratégica entre Belém, Ananindeua e a BR-316. O estudo da UFPA a identifica como acesso principal do conjunto. O ato formal da mudança de nome ainda deve ser localizado.

Eixo do Tapanã: Ligava áreas rurais, sítios e núcleos periféricos, servindo aos deslocamentos locais e ao avanço da ocupação urbana. Integra bairros densamente povoados, terminais e linhas alimentadoras; conecta-se ao corredor Augusto Montenegro e reforça a centralidade do entorno da praça.

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Memória do autor e correção cronológica. Fonte oficial publicada em 2017 situa por volta de 1997 a duplicação da então Rodovia do Coqueiro pelo governador Almir Gabriel e pelo prefeito Manoel Pioneiro. Américo Sena recorda outra cerimônia viária no local no segundo semestre de 2000, aos 37 anos, quando comandava o Batalhão de Polícia Rodoviária BPRV. Naquele período, o comandante-geral da PMPA era o coronel Mauro Luiz Calandrini Fernandes. O ato pode ter correspondido a reforma, entrega complementar ou homenagem a Mário Covas; sua data e natureza exatas ainda dependem de documento de época.

6. GOVERNANTES E FASES DA IMPLANTAÇÃO (1970-1984)

Como o conjunto foi construído por etapas ao longo de quatorze anos, não pertence a uma única administração. A relação abaixo identifica os mandatários que coincidiram com o planejamento, a execução e a consolidação. Ela não atribui automaticamente a cada governante autoria pessoal sobre obras específicas; registra responsabilidade político-administrativa por período.

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7. DA PERIFERIA RODOVIÁRIA AO CORREDOR METROPOLITANO

• 1906: Inauguração do Ramal do Pinheiro durante o governo estadual de Augusto Montenegro. O ramal ligava o Entroncamento à Vila Pinheiro, atual Icoaraci, e induziu povoamentos ao longo do trajeto.

• Década de 1960: Desativação ferroviária e ascensão da política rodoviarista. O antigo leito tornou-se base do novo eixo de expansão.

• 1970-1984: Implantação em quatro etapas do Conjunto Nuneslândia pelo IPASEP. A propaganda difundiu "Cidade Satélite"; o uso cotidiano consolidou "Conjunto Satélite".

• 1975-1978: Reconstrução e duplicação do antigo corredor ferroviário, convertido na Avenida Augusto Montenegro. A via estruturou conjuntos, órgãos públicos, atividades econômicas e deslocamentos entre Belém e Icoaraci.

• Décadas de 1990-2000: Adensamento, novas centralidades, condomínios, comércio e serviços. A Rodovia Mário Covas fortaleceu a conexão com Ananindeua e a BR-316.

• Por volta de 1997: Fonte oficial estadual publicada em 2017 reproduz a declaração de Manoel Pioneiro de que, vinte anos antes, quando era prefeito de Ananindeua, duplicou a via ao lado do governador Almir Gabriel. Naquele momento ela ainda era conhecida como Rodovia do Coqueiro. O dia e o mês exatos permanecem pendentes de localização.

• Segundo semestre de 2000: Testemunho do autor; natureza do evento a confirmar. Américo Sena, então com 37 anos e no exercício do comando do Batalhão de Polícia Rodoviária BPRV, recorda uma cerimônia no encontro com o eixo da atual Avenida Independência, com o governador Almir Gabriel e o prefeito Manoel Pioneiro. O comandante-geral da PMPA era o coronel Mauro Luiz Calandrini Fernandes. Pode ter sido uma reforma, uma entrega complementar ou um ato relacionado à denominação Mário Covas. A identificação definitiva requer notícia de época, programa oficial ou ato normativo.

• 2011-2020: Implantação gradual do BRT Belém, iniciada em outros trechos e posteriormente estendida à Augusto Montenegro. As obras alteraram a praça e o sistema viário, mas preservaram os três pilares.

• Hoje: O Satélite deixou de ser núcleo isolado. Encontra-se incorporado ao tecido contínuo de Belém e à dinâmica metropolitana. A praça e o monumento passaram a representar a memória de uma fronteira urbana que desapareceu fisicamente, mas permanece na experiência dos moradores.

A mudança histórica fundamental pode ser resumida assim: no início, as vias levavam de Belém ao Satélite; hoje, elas atravessam uma cidade contínua. O conjunto já não orbita a capital como núcleo distante. Tornou-se parte do próprio corpo urbano.

8. O QUE ESTÁ COMPROVADO E O QUE AINDA DEVE SER PESQUISADO

Tópico / Elemento Status Fonte / Observações

Nome oficial/histórico Nuneslândia e divulgação como Cidade Satélite Documentado Folder do IPASEP reproduzido em pesquisa da UFPA; registros imobiliários atuais mantêm "Satélite Nuneslândia".

Construção entre 1970 e 1984; 1.704 unidades; 755 ha; quatro etapas Documentado em estudo acadêmico Lima, Eiró e Cardoso; dados atribuídos ao projeto do IPASEP.

Influência modernista no conjunto Documentado Análise dos desenhos e depoimentos de arquitetos ligados ao IPASEP.

Autoria dos três pilares Não identificada Nenhuma ficha técnica, projeto assinado ou ato oficial localizado.

Significado oficial dos três pilares Não comprovado documentalmente Não foi localizado memorial descritivo, placa original ou ato administrativo que atribua significado simbólico à obra.

Inauguração da Praça do Coqueiro em 1976 Testemunho pessoal Américo Sena, então com 13 anos, compareceu à cerimônia acompanhado de seu pai, Antônio Américo; a documentação oficial do ato ainda deve ser localizada.

Duplicação da Rodovia do Coqueiro 1997 aproximadamente (dia e mês pendentes) Fonte oficial de 2017 registra a declaração de Manoel Pioneiro: como prefeito de Ananindeua, duplicou a via ao lado do governador Almir Gabriel. A cerimônia lembrada em 2000 pode pertencer a uma etapa posterior.

Agenda documental recomendada: Arquivo Público do Estado do Pará; relatórios e plantas do IPASEP/IGEPPS; processos da CODEM; Diário Oficial do Estado e Diário Oficial do Município (1970-1984); acervo fotográfico da Agência Nacional no Arquivo Nacional; Biblioteca Pública Arthur Vianna; jornais O Liberal, A Província do Pará e Diário do Pará; legislação de denominação da Rodovia Mário Covas.

A preservação adequada exige inventário cultural municipal, levantamento arquitetônico, inspeção estrutural, recuperação física e placa interpretativa. A placa deve apresentar apenas os dados confirmados e registrar as tradições orais como memória comunitária, não como autoria ou significado oficial.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A Cidade Satélite Nuneslândia nasceu como projeto de moradia estatal em uma Belém que se expandia para além de seus limites consolidados. O conjunto materializou uma política habitacional, um ideal modernista e uma estratégia de ocupação territorial. Nem todas as promessas se concretizaram, mas o empreendimento ajudou a transformar a Augusto Montenegro em um dos principais vetores metropolitanos.

A antiga Praça do Coqueiro ocupa posição singular nesse processo. Ali se encontram o território do conjunto, a Avenida Augusto Montenegro, a Rodovia do Coqueiro atual Rodovia Mário Covas e o rumo do Tapanã. Sem lhes atribuir significado simbólico não documentado, os três pilares permanecem como marco visual dos caminhos que deram acesso à nova fronteira urbana.

O monumento resiste sem título, autoria ou data devidamente expostos. Justamente por isso, o registro da memória deve caminhar ao lado da pesquisa documental. O que ainda não foi provado não deve ser descartado; deve ser indicado com honestidade, preservado como testemunho e submetido ao arquivo.

REFERÊNCIAS

1. LIMA, José Júlio; EIRÓ, Jorge; CARDOSO, Mateus. Modernidade em perspectiva: projetos de conjuntos habitacionais e a Cidade Satélite Nuneslândia. III Seminário de Arquitetura Moderna na Amazônia, UFPA, 2018. Disponível em: mapcam.ufpa.br.

2. LEÃO, Monique Bentes Machado Sardo; LIMA, José Júlio Ferreira. O ajuste neoliberal e os efeitos da financeirização na produção habitacional em Belém. Revista InterEspaço, v. 9, 2023.

3. MENDES, Luiz Augusto Soares. Elementos para uma geografia-histórica da Avenida Augusto Montenegro em Belém do Pará. Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, v. 5, n. 2.

4. CARDOSO, Ruth Helem Veiga; RIBEIRO, Willame de Oliveira. Produção de (in)justiças espaciais a partir de serviços de educação privada na Avenida Augusto Montenegro, Belém, Pará. Revista da Casa da Geografia de Sobral, v. 26, n. 3, 2024.

5. IPASEP. Projeto do Conjunto Nuneslândia Cidade Satélite. Cópia sem data, referenciada nos estudos acadêmicos consultados.

6. ARQUIVO NACIONAL. Centro de Referência de Acervos Presidenciais: biografias de Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo.

7. FUNDAÇÃO CULTURAL DO PARÁ. Álbum do Estado do Pará 1908 acervo de obras raras; registro do governo Augusto Montenegro e da expansão ferroviária.

8. PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM. Projeto de Referência do BRT Belém, 2014; documentação municipal sobre o corredor Augusto Montenegro.

9. REGISTRO DE IMÓVEIS DE BELÉM. Matrículas contemporâneas que identificam o "Conjunto Residencial Satélite Nuneslândia", bairro do Coqueiro.

10. SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA DO PARÁ. "Obras da Mário Covas, de aproximadamente R$ 10 milhões, iniciam ainda este ano", 1 nov. 2017. Reproduz declaração do prefeito Manoel Pioneiro sobre a duplicação realizada, cerca de vinte anos antes, ao lado do governador Almir Gabriel, quando a via ainda era conhecida como Rodovia do Coqueiro.

11. FONSECA, Américo Valeriano de Sena. Memória pessoal: mudança com a família para o Conjunto Satélite em 1974; presença, aos 13 anos, na inauguração da Praça do Coquei

Américo Sena
Enviado por Américo Sena em 03/10/2026
Alterado em 04/10/2026
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